Zami – Assim Reescrevo o Meu Nome é umlivro de memórias, da infância à maturidade, queacompanha o crescimento de uma menina muito míopee solitária que virá a tornar-se a fulgurante poeta«negra, lésbica, feminista, mãe, guerreira» AudreLorde. Mais do que um relato autobiográfico, em Zamiecoam as mitologias maternas, do pentear dos cabelosà longínqua terra ancestral de Carriacou, lendária peloamor, força e beleza das suas mulheres.
Emergem dasrecordações de Audre imagens ternas e violentas,diálogos mudos, os primeiros poemas, a vida aexpandir-se a cada encontro, o desabar doloroso decada partida, a descoberta do amor entre mulheres, oerotismo, a resistência à pobreza, ao racismo sistémico,as roupagens e experiências da subcultura queer nova iorquina dos anos 1950. Uma história indissociável dasmulheres que a atravessaram — a mãe, as amigas, asamantes — e que deixaram a sua marca profunda, asua «tatuagem emocional», na identidade de AudreLorde.
| ISBN | 9789899071933 |
|---|---|
| Ano | 2024 |
| Número de páginas | 432 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Orfeu Negro |
| Categorias |
Livros > Ciências Sociais e Humanas > Biografias
Audre Lorde
Audre Lorde, (1934-1992), figura maior do feminismo negro, foi uma eminente poeta e pensadora norte-americana. Precursora da teoria interseccional e da crítica decolonial, afirmava a sua identidade multifacetada apresentando-se publicamente como «mulher negra, lésbica, mãe, guerreira, poeta». Dedicou a vida a combater o racismo, o sexismo, a homofobia e a invisibilidade. Bibliotecária, professora de Inglês, forjou alianças significativas e trabalhou activamente, deixando-nos algumas das mais importantes obras para o desenvolvimento da teoria feminista contemporânea. Foi distinguida com doutoramentos honoris causa de várias faculdades, tendo sido ainda Poeta Laureada do Estado de Nova Iorque entre 1991 e 1993. Em 2020, foi postumamente homenageada, figurando no American Poets Corner da Catedral de São João, o Divino, em Nova Iorque. |


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