«Durante a revolução que ocorre nos anos de 1974-1975, o país muda radicalmente e os jornais refletem e participam ativamente nessa transformação. A agitação vivida nas ruas é também vivida nas redações, em permanente ebulição, num tempo em que ficam célebres episódios envolvendo jornais e jornalistas, nos quais dificilmente se distinguem as fronteiras entre a política e o jornalismo.
Este livro trata dessa história, mas, sobretudo, pretende compreender as circunstâncias em que vão ser criados novos jornais privados, com as suas motivações e objetivos.
Com a criação, em 1975, do Jornal Novo, O Jornal, Tempo e A Luta, surgem projetos jornalísticos distintos, que, pretendendo ser uma alternativa à imprensa então estatizada, são, sob vários aspetos, inovadores e ousados. São também polémicos e participam ativamente no curso dos acontecimentos, assumindo-se como defensores da legitimidade democrática.» (Da contracapa.)
| ISBN | 9789722729161 |
|---|---|
| Ano | 2021 |
| Número de páginas | 672 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Imprensa Nacional Casa da Moeda |
| Coleção | Olhares |
| Categorias |
Livros > Ciências Sociais e Humanas > Antropologia
Pedro Marques Gomes
Doutorado em História Contemporânea pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (NOVA FCSH). Professor adjunto convidado da Escola Superior de Comunicação Social do Instituto Politécnico de Lisboa, professor auxiliar convidado na NOVA FCSH e investigador na Fundação Mário Soares e Maria Barroso. |


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