«Em Dezembro de 1991, tinha eu 48 anos, dei uma entrevista à Marie Claire, uma revista que organizara um número sob o título “O Charme das Mulheres de 50 Anos”. Relendo o que disse, o que surpreende é o meu optimismo. É verdade que já então descobrira não ser imortal, o primeiro sinal de envelhecimento, ou, se preferirem, de sabedoria, mas declarava, com ar pimpão, que ter cinquenta anos era a melhor coisa do mundo. O único facto que lamentava era não poder registar, numa agenda, a data e a hora da minha morte.»
| ISBN | 9789897834691 |
|---|---|
| Ano | 2024 |
| Número de páginas | 208 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Relógio d’ Água |
| Categorias |
Livros > Ciências Sociais e Humanas > Biografias
Maria Filomena Mónica
Maria Filomena Mónica nasceu em Lisboa em 1943. Licenciou-se em Filosofia pela Universidade de Lisboa em 1969. Doutorou-se em Sociologia pela Universidade de Oxford em 1978. A par da carreira e das actividades académicas, colaborou regularmente nos meios de comunicação social. Escreveu mais de duas dezenas de livros. Os mais recentes são Eça de Queirós (2001) (traduzido na Grã-Bretanha e nos EUA em 2006), D. Pedro V (2005), Bilhete de Identidade (2005), Cesário Verde (2007), Fontes Pereira de Melo (2009), Os Cantos (2010), A Morte (2011), A Minha Europa (2015), Os Pobres (2016), Os Ricos (2018), Nunca Dancei num Coreto (2018), O Olhar do Outro (2020), O Meu País (2020) e Uma Estranha Amizade: Eça de Queiroz e Ramalho Ortigão (2021). Duas Mulheres (2022), Os Livros da Minha Vida (2023), O Político e o Cientista: Sócrates e Boaventura (2023) e Viagem de Inverno (2024). Actualmente, é investigadora emérita do ICS da Universidade de Lisboa. |


Reviews
There are no reviews yet.