DEPOIS DE UM SISTEMA QUE CRIOU DIVISÕES LÁ E CÁ, AINDA FALTA FAZER A REVOLUÇÃO DA IGUALDADE RACIAL?
No século XX, milhares de portugueses migraram paraAngola e Moçambique para serem colonos. Mais tarde, outros milhares fizeram o movimento inverso.
Em Racismo em Português 2: Colonos, Retornados e a Revolução por Cumprir ouvimos os seus relatos. Os colonos descrevem como o racismo era usado para dominar; os retornados falam do regresso a um país que celebrava a democracia mas, ao mesmo tempo, se fechava nas suas pequenas fronteiras.
O primeiro livro recolheu mais de cem testemunhos nos países que foram colonizados por Portugal (Racismo em Português); o segundo olhou para o racismo estrutural na actual sociedade portuguesa (Racismo no País dos Brancos Costumes). Este volume dá continuidade à trilogia, focando-se nas reflexões de ex-colonos sobre um sistema que criou divisões lá e cá, incentivando o debate sobre uma parte da Revolução de Abril que ainda não se concretizou.
| ISBN | 9789896719326 |
|---|---|
| Ano | 2025 |
| Número de páginas | 104 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Tinta da China |
| Categorias |
Livros > Ciências Sociais e Humanas > História
Joana Gorjão Henriques
Joana Gorjão Henriques (Lisboa, 1975) é jornalista do Público desde 1999, onde escreve sobre racismo, imigração, discriminação e outros temas de direitos humanos. Foi bolseira da Nieman Foundation for Journalism na Universidade de Harvard (EUA). É autora das séries Racismo em Português, sobre o racismo durante o sistema colonial, Racismo no País dos Brancos Costumes, retrato de desigualdades raciais em Portugal, e agora Racismo em Português 2: Colonos, Retornados e a Revolução por Cumprir. Recebeu vários prémios e distinções: medalha de ouro de Direitos Humanos atribuída pela Assembleia da República, Prémio Gazeta de Imprensa, prémio de jornalismo Corações com Coroa, nomeação para os prémios Gabriel García Márquez, Prémio AMI — Jornalismo contra a Indiferença, prémio de imprensa escrita de Direitos Humanos e Integração da Comissão Nacional da UNESCO (duas vezes) e prémio de imprensa escrita Comunicação «Pela Diversidade Cultural» do Alto Comissariado para as Migrações (também duas vezes). |


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