homens jovens com luz nas suas caras
à minha mesa, a falar de amor, a falar de revolução
que é amor, escrito ao contrário, como
ias amar-nos a todos, ias trovejar a tua sabedoria anarquista
sobre nós, ias trovejar Dante, e Giordano Bruno, homens ordeiros
inclinados para os teus fins, bom quero que saibas
que o fazemos por ti, e o teu tipo, por Carlos Tresca,
por Sacco e Vanzetti, sem o
sabermos ou pensarmos, tal como o fazemos por Aubrey Beardsley
Oscar Wilde (todas as luzes de rua
deverão ser roxas), fazê-lo
por Trotsky e Shelley e o grande/burro
Kropotkin
gente d’A Greve do Einsenstein, o tédio do Jean Cocteau, fazêmo-lo pelas
estrelas sobre o Bronx
para que elas possam olhar a terra
e não se sentir envergonhadas.
| ISBN | 9789893629833 |
|---|---|
| Ano | 2026 |
| Número de páginas | 232 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Traça |
| Categorias |
Livros > Literatura > Poesia
Diane di Prima
Diane di Prima, poeta beat feminista, permaneceu anos na obscuridade, sendo apenas reconhecida como namorada de Jack Kerouac.
Foi parte do emergente movimento beat, desenvolvendo amizades com Amiri Baraka, Allen Ginsberg, Frank O’Hara e Audre Lorde. Depois de se juntar à comunidade de Timothy Leary no norte do estado de Nova Iorque, mudou-se para São Francisco em 1968. |


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