Na gare du Nord, em Paris, Aline Berger aguarda o comboio. Nas mãos, tem um exemplar de Orlando, de Virginia Woolf, e o seu espírito, incapaz de se concentrar na leitura, divaga. Como seria se pudesse habitar o corpo de um homem? Este é um engenhoso romance filosófico que explora o modo como um e outro sexo ocupam o mundo, num sonho andrógino que, depois de Eu Que não Conheci os Homens, confirmou a genialidade de Jacqueline Harpman.
| ISBN | 9789897113338 |
|---|---|
| Ano | 2026 |
| Número de páginas | 224 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Livros do Brasil |
| Categorias |
Livros > Literatura > Prosa Narrativa
Jacqueline Harpman
Jacqueline Harpman nasceu em Etterbeek, na Bélgica, em 1929. De ascendência judaica, fugiu com a família para Casablanca na sequência da invasão nazi, regressando à Europa após o fim da Segunda Guerra Mundial. Harpman estudou Literatura Francesa e iniciou depois o curso de Medicina, que interrompeu quando contraiu tuberculose. Começou a escrever em 1954 e publicou o seu primeiro livro, L’Amour et l’acacia, em 1958. Em 1980 formou-se como psicanalista e em 1995 lançou o seu romance mais famoso, Eu Que não Conheci os Homens. Ao longo da vida, foi autora de mais de quinze romances e foi galardoada com numerosos prémios, entre os quais o Médicis, pela obra Orlanda (1996). Faleceu a 24 de maio de 2012, em Bruxelas. |


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