«O ensaio do filósofo e escritor Antonio Monegal é uma reflexão necessária sobre os perigos da glorificação da violência e do culto do heroísmo em tempos de discursos bélicos face a novos conflitos.»El País, Babelia
Não existe um momento do mundo alheio ao conflito, um momento em que a guerra não faça parte da cultura: carregamo-la no nosso passado e a sua sombra está, sempre, projetada no nosso futuro, como uma ameaça. Mas o que é a guerra para quem nunca a viveu? De onde vem o manancial de imagens e relatos que alimentam e formatam o nosso conhecimento do fenómeno? Serão imparciais? Ou obedecem a determinados códigos?
Neste ensaio, analisando exemplos de várias artes – literatura, artes plásticas ou cinema -, Antonio Monegal tenta definir uma ética da representação da guerra capaz de fazer justiça ao indizível.
| ISBN | 9789895834020 |
|---|---|
| Ano | 2025 |
| Número de páginas | 272 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Objectiva |
| Categorias |
Livros > Literatura > Ensaio Literário
Antonio Monegal
Antonio Monegal nasceu em Barcelona em 1957. É professor catedrático de Teoria da Literatura e Literatura Comparada na Universidad Pompeu Fabra. Licenciado em Filosofia pela Universidad de Barcelona, doutorou-se em Harvard em 1989 e lecionou na Cornell University. O seu trabalho de investigação incide sobre políticas culturais e a representação da guerra na literatura e nas artes visuais, temas que deram origem aos dois livros da sua autoria publicados na Objectiva: Como o ar que respiramos, publicado na Objectiva em 2024, distinguido com o Premio Nacional de Ensayo 2023; e o que agora publicamos, O Silêncio da Guerra. Entre 2009 e 2013, foi vice-presidente do Consell de Cultura de Barcelona e presidente do seu comité executivo. |


Reviews
There are no reviews yet.