O Gato Maltês era muito viajado e achava-se um sabichão. O Gato das Botas enfrentava-o só porque tinha tornado o seu amo num grande senhor. É que à meia-noite, na Casa da D. Odília, que acolhia muitos jovens e deles cuidava, os gatos das histórias ganhavam vida, mas tinham de regressar aos livros antes das três da manhã. Eram tais as correrias que ensarilhavam as meadas e faziam gatos nas malhas das camisolas que ela tricotava para os seus meninos.
Um dia, resolveu armar uma armadilha com um bocadinho de queijo. O Maltês não caiu, mas o Gato das Botas armou-se em valente e decidiu, com muito cuidado, meter o pé, melhor dizendo, meter a bota. Zás!
Que achas que aconteceu a seguir?
Se quiseres saber, vais ter de ler a história.
É bem divertida.
Eu gostei muito de a escrever!
| ISBN | 9791220157490 |
|---|---|
| Ano | 2025 |
| Número de páginas | 36 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Europa |
| Coleção | Universos |
| Categorias |
Livros > Infantil > Até 6 Anos > Leitura Acompanhada
Maria Teresa Portal Oliveira
Nasceu a 5/7/1955 em Paranhos, Porto. Cursou Filologia Germânica, na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, e lecionou o 9º grupo, em 77/78, no Liceu Nacional de Guimarães e os 2.º e 3.º ciclos durante 42 anos, os últimos 35 na EB2,3 e Caldas das Taipas, onde habita. Está aposentada. Criou «O Pequeno Jornalista», o jornal escolar que ganhou os 2.º e 3.º lugares no Conc. de Jornais Escolares em 92/93 e 95/96, mantendo-o 30 anos até se aposentar. Deu aulas de Jornalismo, no Clube de Jornalismo, e depois na Oficina de Jornalismo e Escrita Criativa. Esteve na gestão da escola/ agrupamento de escolas durante 25 anos, nomeadamente como vice-presidente e subdiretora, tendo recebido um louvor no Diário da República. Como cronista, escreveu para o jornal regional O Povo de Guimarães e escreve para O Reflexo, o jornal da vila de Caldas das Taipas. Quer agora dedicar-se à carreira de escritora/poetisa que deixou na gaveta enquanto decorria a primeira profissão. Muitos dos seus contos estão publicados no Jornal Escolar e foi lê-los a escolas do agrupamento, nomeadamente ao Jardim de Infância do Pinheiral. Embora o seu público seja mais juvenil, muitas das suas histórias são adoradas pelas crianças do pré e do 1.º ciclo. |


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