A grandiosa saga familiar que valeu à autora o Booker Prize.
Uma dramática saga familiar mesclada com o mais perfeito noir.
Amor, comoção e coragem num romance inesquecível.
«Dez dias após o fim da guerra, a minha irmã Laura atirou-se com um carro de uma ponte.» O conflito é a Segunda Guerra Mundial, e estas inquietantes palavras são proferidas por Iris Chase Griffen, casada aos dezoito anos com um ilustre empresário, mas agora pobre e com oitenta e dois anos. Iris recordará nestas páginas a sua vida – tudo menos exemplar – e os acontecimentos que levaram à morte da sua irmã, revelando pouco a pouco os segredos religiosamente guardados da rica e excêntrica dinastia Chase.
Um desses segredos é O Assassino Cego, um romance que rendeu à falecida Laura Chase não apenas notoriedade, mas também um culto de leitores devotos. Sexualmente explícito, o livro era uma fantasia pulp improvisada por dois amantes anónimos que se encontravam secretamente em quartos alugados e cafés mal-afamados. À medida que esta história dentro da história se desenrola, entre amor, ciúme, sacrifício e traição, o mesmo acontece com a narrativa real, aproximando-se ambas, pé ante pé, da catástrofe.
No romance vencedor do Booker Prize, Margaret Atwood oferece-nos uma história em que a profunda ironia e o drama sombrio culminam numa reviravolta final brilhante e deveras surpreendente.
| ISBN | 9789722551595 |
|---|---|
| Ano | 2026 |
| Número de páginas | 584 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Bertrand |
| Categorias |
Livros > Literatura > Prosa Narrativa
Margaret Atwood
Nasceu em Otava, em 1939, e é uma das mais celebradas autoras canadianas, senão a mais ilustre. Além de A História de Uma Serva, publicou mais de cinquenta livros de ficção, poesia e ensaio. Ao longo da sua carreira, tem sido agraciada com importantes prémios literários, incluindo o Arthur C. Clarke, o Booker Prize — em duas ocasiões, por O Assassino Cego, em 2000, e por Os Testamentos, em 2019 —, o Pen Center USA Lifetime Achievement Award, o Prémio da Paz dos Editores e Livreiros Alemães e o Prémio Príncipe das Asturias para a Literatura. Em 2022, recebeu o título de Doutora Honoris Causa, atribuído pela Universidade do Porto, pela «extraordinária qualidade da sua obra literária, a importância da sua reflexão intelectual e a pertinência do seu combate público por uma sociedade mais justa, digna e sustentável». E uma das mais ativas vozes do feminismo moderno, na ficção e na não ficção, estando traduzida em mais de trinta línguas. Vive atualmente em Toronto. |


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