Nas artes, a herança e importância do vazio e silêncio não deixou de se sentir nunca, desde o círculo vermelho, manifestação mais antiga encontrada numa caverna, mas enquanto génese de toda a criação nunca foi devidamente observada. Sempre foi uma parte nuclear, ainda que fosse desconsiderada por aparentar ser superficial. Mais do que o vazio e o silêncio serem o motor da produção artística, são o modelo de arte contemporânea do ano zero contínuo
| ISBN | 9789896587840 |
|---|---|
| Ano | 2022 |
| Número de páginas | 284 |
| Capa | Cartonada |
| Editora | Caleidoscópio |
| Categorias |
Livros > Artes > Arte
Maria João Neto
Maria João Neto é Professora Associada com Agregação no Instituto de História da Arte da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Licenciou-se em História da Arte na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa em 1985. Concluiu o Mestrado, na mesma Faculdade, em 1990, com a apresentação de uma tese sobre O Restauro do Mosteiro de Santa Maria da Vitória de 1840 a 1900. Doutorou-se em 1996 com uma tese intitulada A Direção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais e a Intervenção no Património Arquitectónico em Portugal (1929 – 1960). Tem desenvolvido os seus estudos e projetos de investigação nacionais e internacionais, bem como a orientação de teses, nas áreas de História da Arte Contemporânea, História e Teoria do Restauro Arquitetónico, Gestão Integrada do Património Artístico e História do Colecionismo e Mercados da Arte. Atualmente é diretora do ARTIS – Instituto da História da Arte da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. |


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