Um encontro surpreendente, amores antigos, amizades recentes e o desejo mais que humano de deixar uma marca no mundo: eis um espantoso romance de Elizabeth Strout.
Talvez nenhum leitor estivesse à espera desta partida do destino: Olive Kitteridge e Lucy Barton, as personagens mais icónicas de Elizabeth Strout, conhecem-se finalmente em Conta-me Tudo. É outono na vila de Crosby, no Maine, onde Olive, quase com noventa anos, e Lucy, reconciliada com o ex-marido, enfrentam as agruras do envelhecimento e da solidão. Entre as duas, depois de um primeiro encontro aziago, nasce uma inesperada afinidade: trocam histórias de vida, relembram pessoas com quem se cruzaram, partilham memórias distintas e desejos idênticos, conversam sobre vidas comuns que nunca foram dignas de nota.
Entra em cena também Bob Burgess, amigo de Lucy, um atormentado advogado chamado a defender Matthew Beach, homem estranho e solitário, acusado de assassinar a própria mãe. Enquanto decorre a investigação, Bob e Lucy dão longos passeios à beira-mar, até ao dia em que, graças a uma das histórias de Olive, percebem que o laço que os une é mais do que simples amizade. Dilacerados entre o que poderia ser e o que é, Lucy diz a Bob: «O amor vem sob muitas formas diferentes, mas é sempre amor. Amor é amor.»
Com o regresso triunfal de duas personagens maiores que a vida, Elizabeth Strout traz-nos um romance de esperança, empatia e gratidão, sobre a força do amor e da amizade, a passagem do tempo e o poder da memória. Conta-me tudo é a confirmação de uma escritora incomparável, no domínio pleno do seu fulgor literário.
| ISBN | 9789895836048 |
|---|---|
| Ano | 2025 |
| Número de páginas | 384 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Alfaguara |
| Categorias |
Livros > Literatura > Prosa Narrativa
Elizabeth Strout
Elizabeth Strout nasceu em 1956 em Portland, nos Estados Unidos da América, e é uma das romancistas americanas mais aclamadas da atualidade. Além do sucesso mundial que obteve com o romance Olive Kitteridge, que lhe valeu o Prémio Pulitzer, recebeu ainda o Los Angeles Times Art Seidenbaum Award e o Chicago Tribune Heartland Prize pelo seu romance de estreia, Amy e Isabelle. Foi também finalista dos prémios PEN/Faulkner Award, Orange Prize e International Dublin Literary Award, no Reino Unido. |


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