Após a dissolução do império soviético em 1989, muitos acreditaram que o domínio global da democracia liberal tinha sido assegurado para sempre.
Actualmente, porém, com a Rússia a agitar o seu sabre nas fronteiras da Europa e com a China a desafiar a ordem mundial, o Ocidente enfrenta grandes ameaças.
Mas estas ameaças não são apenas externas, pois o movimento de «descolonização» da História corrói a autoconfiança do Ocidente ao querer recontar a história do domínio colonial europeu e americano como uma ladainha de racismo, exploração e violência assassina maciça.
Mas, terá o Império Britânico sido movido sobretudo pela ganância e pelo desejo de dominação? Deveremos falar de «colonialismo e escravatura» como se fossem a mesma coisa? O Império terá sido essencialmente violento e a sua violência generalizadamente racista e terrorista? Até que ponto se baseou no roubo de terras e na exploração económica? Houve genocídios? O governo colonial não-democrático terá sido necessariamente um governo ilegítimo?
Em Colonialismo, um Juízo Moral, Nigel Biggar põe à prova as respostas que actualmente se querem dar a estas e a outras questões, oferecendo um questionamento moral ao passado colonial e contestando forensicamente aquilo que afirma serem falsidades prejudiciais ao futuro do Ocidente.
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| ISBN | 9789895760190 |
|---|---|
| Ano | 2023 |
| Número de páginas | 504 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Guerra & Paz |
| Categorias |
Livros > Ciências Sociais e Humanas > História
Nigel Biggar
Nasceu na Escócia, em 14 de março de 1955, estudou História Moderna na Universidade de Oxford, tendo-se licenciado em Artes em 1976. |


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