Adalberto Alves deve ser dos poucos que, chegados aoOutono da sua vida, sabem que dentro de si arde uma chamade perpétua juventude, a conquista de se ter caminhadoa si próprio. Chama que no seu olhar expressa-se com sermelancolia e compreensão, a de quem se reconciliou, depoisde uma vida de combates, com o severo olhar do Tempo, paide todos os deuses… Incansável viajante, árabe de coração e,quem sabe nas suas lembranças,… Enamorado, como todo omístico, dos resplendores da sua própria alma. Na sabedoriados eremitas do deserto — ou dos morábitos do Portugalislâmico — ou nas entrelinhas do discurso de Krishnamurti,no qual desaparecem Amante e Amado, mestre e discípulo,ficando o homem desnudo envolto pelo silêncio.
| ISBN | 9789896831653 |
|---|---|
| Ano | 2021 |
| Número de páginas | 163 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Althum |
| Categorias |
Livros > Literatura > Poesia
Adalberto Alves
Adalberto Alves deve ser dos poucos que, chegados ao Outono da sua vida, sabem que dentro de si arde uma chama de perpétua juventude, a conquista de se ter caminhado a si próprio. Chama que no seu olhar expressa-se com ser melancolia e compreensão, a de quem se reconciliou, depois de uma vida de combates, com o severo olhar do Tempo, pai de todos os deuses… Incansável viajante, árabe de coração e, quem sabe nas suas lembranças,… Enamorado, como todo o místico, dos resplendores da sua própria alma. Na sabedoria dos eremitas do deserto — ou dos morábitos do Portugal islâmico — ou nas entrelinhas do discurso de Krishnamurti, no qual desaparecem Amante e Amado, mestre e discípulo, ficando o homem desnudo envolto pelo silêncio. |


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