Este corpo poético está marcado na pele do autor. Cada poema é um fresco vital e simbólico da sua identidade e da sua relação com a terra: a paisagem, as pessoas e a cultura da comunidade a que pertence.
É a sua aldeia, é o Alentejo, com os seus mundos visíveis e invisíveis que falam e se manifestam em cada sílaba nascida no peito.
Em cada poema todos os versos são riscados de azul na cal branca da planície e matizados de papoilas nas searas douradas.
Os elementos solares e lunares, as searas, o poço, a eira, a árvore, o chão, a papoila, o voo da ave, as vozes dos vizinhos, a azinheira, a ribeira, o rio, são as vozes interiores que com vagar, de mãos dadas com o silêncio da madrugada ou na calada da noite, murmuraram os poemas desta Casa da Memória.
| ISBN | 9789895662913 |
|---|---|
| Ano | 2024 |
| Número de páginas | 100 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Colibri |
| Categorias |
Livros > Literatura > Poesia
Domingos Boieiro
Nasceu em 1963, na aldeia do Rosário, concelho de Alandroal, distrito de Évora. Vive no Barreiro e lecciona na Escola Secundária Augusto Cabrita. Sempre viveu entre o Alentejo e Lisboa. |


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