Um compromisso é uma vontade, é uma liberdade. Manifestam-se em opções, ações e atitudes comportamentais, pacíficas ou violentas. Ter a necessidade ou a ausência de compromisso constitui a mesma carga de responsabilidade.
Discutem-se os compromissos universais que a atualidade acutila, como os inerentes aos Princípios Universais e ao Direito Internacional, às novas fronteiras que se abrem no Polo Norte, aosterrorismos, às rivalidades, às guerras, às alterações climáticas e outros temas.
Anotava-se no início do milénio que pela primeira vez na História havia mais democracias do que ditaduras. Hoje, a situação inverteu-se. Os 20 compromissos tentam explicar alguns motivos.
O mundo aceita a frase normalizadora da guerra, do Mestre Clausevitch: «A guerra é a continuação da política por outros meios». O pensamento democrático não deve considerar que hajauma relação de continuidade entre a política e a guerra. A guerra é uma rotura com a política. A História e a atualidade provam de que há mais guerras entre ditaduras do que entre democracias.
Abordamos a questão da dissuasão, da «Terceira Guerra Mundial» e da Nova Ordem Internacional. O futuro foi sempre incerto, atemorizador, mas só ele nos traz novas oportunidades. Épreciso é saber aproveitá-las.
Concebemos que a liberdade de ter ou não determinado compromisso pode transportar responsabilidade para a comunidade e para o Estado. Uma distinção que coloca o cidadão na ponta da escarpa entre a coerência pessoal e o compromisso social.
| ISBN | 9789895910588 |
|---|---|
| Ano | 2026 |
| Número de páginas | 223 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Âncora Editora |
| Coleção | Ágora |
| Categorias |
Livros > Ciências Sociais e Humanas > Ciência Política
Manuel Pedroso Marques
Manuel Pedroso Marques nasceu em Lisboa, participou como capitão numa ação civil e militar contra a ditadura, em 1961, em Beja. Julgado à revelia, condenado, esteve no exílio até ao 25 de Abril. Foi gestor, redator, editor e escreveu em jornais (Jornal do Brasil, Semana Portuguesa e outros) sobre temas sociais e políticos. Era membro da Ação Socialista Portuguesa, que deu origem ao atual Partido Socialista. Em Portugal, foi presidente da RTP, administrador de empresas de comunicação e publicidade (Diário de Notícias, Capital, Bertrand, Difel e outras). Esteve colocado por duas vezes no gabinete do Chefe do Estado-Maior do Exército e foi instrutor de vários cursos de promoção a capitão de Administração Militar, das aulas de Estratégia e Teoria de Administração. Foi assessor militar do Primeiro-Ministro Mário Soares. Por último, presidiu à Agência Lusa durante quase nove anos. Escreve em jornais e revistas (Jornal de Letras, O Referencial, blog Mover a Montanha e outros. Publicou: Liberdade é também vontade, em coautoria, Relações de Poder na Empresa, O Jogo estratégico na gestão, Tempos Difíceis, Decisões Urgentes. Os Exilados não esquecem nada mas falam pouco, Populismo – Todo o poder vem do povo! Mas para onde vai?. |


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