O novo Visual C++ permite programar de acordocom a norma aberta C++/CLI da ECMA. Ao programarde acordo com essa norma, o programadorproduz código normalizado para o .NET, o que facilitaa sua portabilidade e a interoperabilidade entrelinguagens. Por outro lado, o novo Visual Studiopermite, a quem o pretender, ignorar as muitas particularidadese tecnologias proprietárias que eramincontornáveis nas versões anteriores ao .NET. Estelivro é sobre a última versão do Visual C++, seguindoa nova norma C++/CLI, e todo o código é compatívelcom as frameworks 2.0 e 3.0.
Na parte inicial do livro é apresentada a sintaxe dalinguagem. Em seguida, abordam-se temas comoatributos, formulários Windows, incluindo variadíssimoscontrolos, ficheiros, serialização, disponibilizaçãode aplicações, entre outros. Neste livroevitou-se a acumulação excessiva de ecrãs das aplicações.Para uma mais fácil aprendizagem, existemmuitos exemplos de código ao longo do texto.
| ISBN | 9789727223640 |
|---|---|
| Ano | 2007 |
| Número de páginas | 504 |
| Capa | Brochada |
| Editora | FCA |
| Coleção | Curso Completo |
| Categorias |
Livros > Ciências > Informática
Alberto Sampaio
Alberto Sampaio nasce em Guimarães, a 15 de Novembro de 1841. Aos 15 anos parte para Coimbra, onde ingressa no curso de Direito. Aí participa ativamente nas correntes de renovação que, ao tempo, agitavam o meio estudantil, tendo convivido com figuras notáveis como Antero de Quental, José Falcão, Manuel de Arriaga ou Teófilo Braga. A seguir à formatura, em 1863, e após uma breve passagem por Lisboa, regressa à Quinta de Boamense, propriedade dos pais, em Vila Nova de Famalicão. Aqui dá continuidade aos seus primeiros escritos literários na Gazeta de Portugal e no jornal O Século XIX. Dedica-se ainda à prática da agricultura, especialmente no domínio da vitivinicultura, atividade em que se distinguiu ao longo de toda a vida. Na década de 1880, é de realçar a sua intervenção cívica na cidade berço, com a fundação da Sociedade Martins Sarmento e a direção da 1.ª Exposição Industrial de Guimarães. Em 1888 publica A Propriedade e Cultura do Minho, considerada a obra precursora de As Vilas do Norte de Portugal, que o distingue desde logo como o mais importante historiador económico da sua geração. As Póvoas Marítimas do Norte de Portugal, obra iniciada por volta de 1900, permanecerá inacabada à data da sua morte, em 1 de Dezembro de 1908.
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