Obra fundamental da Geração Beat e a mais célebre deLawrence Ferlinghetti, Uma Coney Island da Mente(1958) é uma crítica sã a uma América transformada emgrotesco parque de diversões, num horizonte de«pradarias sedadas, subúrbios de supermercados ecatedrais protestatárias». Nos poemas que a compõem –o conjunto que dá título ao livro, retirado de um conto deHenry Miller; «Mensagens Orais», para serem lidas aosom de jazz; e uma selecção de Pictures of the GoneWorld (1955) –, incluem-se «Estou à espera», «Obbligatodo sucateiro» e «Cão». Reflectindo sobre o ofício dopoeta, acrobata «sempre a arriscar o absurdo», estevolume destila uma liberdade e irreverência que oconvertem num clássico da poesia contemporânea.
| ISBN | 9789726084501 |
|---|---|
| Ano | 2024 |
| Número de páginas | 216 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Antígona |
| Categorias |
Livros > Literatura > Poesia
Lawrence Ferlinghetti
Lawrence Ferlinghetti (1919-2021), patrono anarquista dos poetas norte-americanos, tornou-se pacifista depois de testemunhar a destruição de Nagasáqui – um activismo que cultivaria toda a vida. Em 1953, fundou a Livraria City Lights, em São Francisco, palco da contracultura beat e de leituras acompanhadas de jazz e álcool noite dentro, onde Kerouac e Burroughs marcaram presença. É autor de mais de quarenta obras, nas quais se destacam Uma Coney Island da Mente (1958) e Pictures of the Gone World (1955). Quis libertar a poesia do mofo da academia, dar voz a autores necessários e afirmava: «Não me dei conta de que era poeta, dei-me conta de que tinha algo a dizer.» |


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