Guilherme Fonseca não tem um pingo de vergonha. Ora repare: nem sempre se lava dos joelhos para baixo por preguiça, trata os gatos por «filhos», tem pavor a quem dobra sacos em triângulos e nojo de banhos de imersão.
Mas não comece já a apontar-lhe o dedo, que o leitor também é um sem-vergonha: é bem provável que circule na faixa do meio, seja viciado em true crime ou publique 34 stories seguidas quando a sua amiga faz anos. Porquê? Não bastava uma?
Há filósofos, pensadores e comentadores preparados para responder às grandes questões da Humanidade. Guilherme Fonseca prefere as pequenas e insignificantes:
·COMO É QUE O PUTIN FAZ COCÓ?
·PORQUE É QUE OS DENTISTAS INSISTEM EM FALAR CONNOSCO QUANDO ESTAMOS DE BOCA ABERTA?
·QUANDO É QUE PARAMOS COM OS TRIGGER WARNINGS?
·PORQUE É QUE NÃO SABEMOS FAZER «BICHAS»?
Depois do sucesso de Deve Ser, Deve, dedicado à estupidez dos chalupas negacionistas, o humorista vira a atenção para a sua própria estupidez. E para a do leitor. E para a de toda a Humanidade, no fundo. Uma pouca-vergonha, é o que é.
| ISBN | 9789899087989 |
|---|---|
| Ano | 2023 |
| Número de páginas | 184 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Manuscrito |
| Categorias |
Livros > Literatura
Guilherme Fonseca
Seja como humorista, argumentista ou apresentador, Guilherme Fonseca já fez um pocuo de tudo. Mal, mas fez. Para não complicar, define-se como uma pessoa que acredita tanto em Deus como na Segurança Social. Faz stand-up comedy desde 2006, já apresentou programas no Canal Q e na SIC Radical e fez parte de sucessos televisivos como DDT – Dono Disto Tudo, 5 Para a Meia-Noite e Cabaret da Coxa, estando atualmente na equipa do programa Isto é Gozar Com Quem Trabalha. Quando não está na ruaa fazer rir ou atrás de um computador a escrever, está em casa a tentar não ser chateado pela mulher. |


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