Era uma vez um povo de marinheiros e de heróis, o povo português, o nosso povo, que já lá vão muitos anos — mais de quatrocentos — quis descobrir o caminho marítimo para a Índia. A Índia aparecia então, aos olhos de todos os Europeus, como terra de esplendor e de riqueza, que todos os homens desejavam, mas onde era difícil, quase impossível chegar. Quatro pequenos navios — tão pequenos sobre o imenso, ignorado Oceano! — Quatro naus comandadas pelo grande capitão Vasco da Gama lançaram-se através do Atlântico, só conhecido até ao Cabo da Boa Esperança, dobraram esse Cabo e puseram-se de vela para a região que demandavam. O vento era brando, o mar sereno. Até então a viagem correra sossegada. Mas os perigos seriam constantes, a travessia arriscada, a viagem longa. E ninguém sabia ao certo o rumo a seguir, pois nunca outra gente se atrevera sequer a tentar tão comprida e custosa navegação. Só a coragem e a audácia dos Portugueses seria capaz da proeza heroica!
Assim condensa o autor a história heroica dos Descobrimentos, fazendo de Camões o timoneiro desta viagem, considerado o maior poeta português de sempre e numa história para crianças, simples, e escrita em poesia.
| ISBN | 9789899224056 |
|---|---|
| Ano | 2024 |
| Número de páginas | 28 |
| Capa | Cartonada |
| Editora | Edições Esgotadas |
| Coleção | Margarida |
| Categorias |
Livros > Literatura > Poesia
Alexandre de Sousa
Alexandre de Sousa nasceu em Lisboa, em 1967. Iniciou a sua carreira literária em 2011, tendo participado das antologias poéticas Poetar Contemporâneo I, Poetar Contemporâneo II, Entre o Sono e o Sonho e Alma de Mar. É autor dos romances Hepta e Horizonte num mar de nuvens. Para crianças, publicou A borboleta, o poeta e o menino, em conjunto com o ceramista Thomas Schittek e a atriz Inês Fouto, e O mundo de corda. Foi autor convidado nos festivais literários FOLIO e Latitudes, em Óbidos, Portugal; Fliaraxá, em Araxá, Semana da Língua Portuguesa, em Conceição do Mato Dentro, e Bienal do Livro de São Paulo, em 2022. Vive na aldeia de A-da-Gorda, em Óbidos, com sua mulher, Sandra, e seus filhos, Francisco, Maria, Tomás, André, Constança e Violeta. |


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