O humorista, activista e cronista Diogo Faro acredita que um mundo melhorpara ele e para todos nósé possível. Mas um mundo melhor não se materializa à nossa frente por mero desejo ou pondo em prática a «lei da atracção». Denunciar crimes e injustiças, ouvir e observar o que nos rodeia com sentido crítico, conhecer o passado, desenvolver a empatia e praticar a generosidade não são apenas pormenores de conduta pessoal, mas sim o que nos separa de uma tragédia iminente.
«Se, para Camões, «amor é fogo que arde sem se ver», para os bilionários será deixar tudo a arder e nós a ver.»
Confrontar o privilégio de alguns, exigir equidade e rejeitar a violência e a exploração são acções de que já não podemos fugir se queremos sobreviver. Este é o momento para entrar na luta e erguer a voz contra o racismo, a homofobia, o fascismo, a emergência climática, a violência de género e o neoliberalismo. A luta contra a desigualdade é a luta pela Humanidade.
Neste Processo de humanização em curso, Diogo Faro demonstra que é possível ganhar consciência sem perder o sentido de humor.
| ISBN | 9789897842580 |
|---|---|
| Ano | 2021 |
| Número de páginas | 224 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Objectiva |
| Categorias |
Livros > Literatura
Diogo Faro
Diogo Faro é seguido por 130.000 pessoas no instagram e as suas publicações têm uma média de mais de 10.000 likes e muitíssimas partilhas, inclusive por pessoas de grande mediatismo e exposição social.Humorista de profissão e cronista no sapo.pt (os seus textos chegam a milhares de pessoas todas as semanas), os seus espectáculos pré-pandemia esgotavam o coliseu e, durante a pandemia, esgotaram também os bilhetes para as 3 sessões que fez na grande LisboaEstas auto-biografias devem ter sido inventadas pelo Narciso e soam sempre àquele aluno que, na auto-avaliação, diz à professora que merece 20 e é só mesmo porque não dá para mais. Portanto, a única coisa que me parece relevante saberem sobre mim é que sou comediante, viajante tanto quanto posso e sou um bom e assumido apreciador da vida boémia, já de merecida reputação. Ah, e acho que os Direitos Humanos são uma coisa mais ou menos decente pela qual devemos bater-nos. |


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