A última grande e importante lição de Veil nunca antes publicada em Portugal.
Para as Gerações Futuras é uma comovente carta deixada aos jovens por Simone Veil, uma das figuras mais importantes da política europeia e uma das suas grandes consciências. Um texto, até agora inédito, criado com base numa palestra que deu aos seus alunos da Rua d’Ulm, em abril de , e que condensa a lucidez e coragem da sua autora, enquanto mulher e sobrevivente do Holocausto, entre tantos outros aspetos que definiram esta que é uma das personalidades mais relevantes do século XX.
Nas suas páginas são evocadas a deportação da sua família, a memória do Holocausto e a urgência da sua transmissão às gerações futuras. A autora reflete sobre o destino das crianças escondidas, a importância da reconciliação e construção europeia e o papel da educação, da juventude e até da ficção na preservação viva das tragédias do passado.
Mais do que um testemunho ou manifesto, este livro é um apelo à responsabilidade, à vigilância democrática e à esperança. Uma mensagem clara e humanista que apela às gerações futuras a enorme importância das memórias na construção de um mundo mais justo e unido.
«Tudo é dito em poucas palavras neste texto profético, ao mesmo tempo íntimo e político.» LE POINT
«Essencial.» LIREMAGAZINE LITTÉRAIRE
| ISBN | 9789895817825 |
|---|---|
| Ano | 2026 |
| Número de páginas | 128 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Casa das Letras |
| Categorias |
Livros > Ciências Sociais e Humanas > Biografias
Simone Veil
Simone Veil nasceu em Nice, França, em 1927. Tinha 16 anos quando foi detida e deportada para Auschwitz-Birkenau. Foi, depois da guerra, magistrada e, em 1974, ministra da Saúde, tendo levado à aprovação a «Lei Veil», que despenalizou o aborto. Em 1979 tornou-se a primeira mulher presidente do Parlamento Europeu. Membro do Conselho Constitucional, foi eleita membro da Academia Francesa em 2008. Em 2010, uma sondagem deu-a como «a personalidade preferida dos franceses». Morreu em 2017 aos 90 anos. Mais de dois milhões de pessoas acompanharam pela televisão a trasladação dos seus restos mortais para o Panteão, em 2018. Foi a quarta mulher a receber a distinção francesa «Honneur Solennel de la Nation». |


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