A necessidade de cobrar receitas suficientes para sustentarem o poder político leva a que, em matéria de impostos, lei se confunda frequentemente com poder e justiça com positivismo legalista, reduzindo-se a democracia à vontade de alguns. Impostos elevados e pouco atentos à justiça e à liberdade individual e colectiva, permitem a sua rejeição social, ao não serem vistos como Direito.
O Autor propõe uma via para um Direito fiscal (fundado na justiça e na vontade popular), através da recuperação da auto-tributação (princípio democrático) e da participação dos contribuintes na criação e aplicação dos impostos (transformados em contribuições), com a limitação prévia do respeito pelos direitos da personalidade. Descrevendo o caminho percorrido neste sentido no Direito Português com as garantias de terceira geração típicas do Estado-de-Direito-dos-cidadãos.
Índice
Globalização e Regionalização em Matéria de Impostos
Justiça e Arrecadação nos Impostos Portugueses um sistema esgotado
O Estatuto Jurídico da Pessoa (Direito da personalidade) e os Impostos
O Novo Contrato Social: Dos Impostos às Contribuições
A Arbitragem em Direito Tributário
A Razão Descentralizadora e Desuniformadora e os Impostos: a Regionalização
As Garantias dos Contribuintes: A terceira geração
| ISBN | 9789724028699 |
|---|---|
| Ano | 2006 |
| Número de páginas | 135 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Almedina |
| Coleção | Monografias |
| Categorias |
Livros > Direito > Direito Financeiro e Tributário
Diogo Leite de Campos
Professor Catedrático Jubilado da Faculdade de Direito de Coimbra (ap.) Professor Catedrático da Universidade Autónoma de Lisboa. Advogado (Sócio) da Leite de Campos, Soutelinho & Associados – Sociedade de Advogados, RL (Lisboa). |


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