Edição em parceria com o TEP-Teatro Experimental do Porto
Prefácio de Magda Bizarro
Estes textos foram escritos, na sua maioria, no convívio electivo com o TEP – Teatro Experimental do Porto. São textos que foram dando voz a um projecto dramatúrgico que fomos ensaiando em quase uma década de trabalho. Dito isto, e não obstante a especificidade do contexto de origem de cada uma destas peças, são também textos que nascem a montante e que espero que possam viver a jusante das suas circunstâncias de génsese. É por isso que os textos surgem aqui sem datas de estreia ou referências completas às suas equipas de criação dos espectáculos. Gostava que se pudessem libertar delas. Não lhes exijo nem espero uma segunda vida, mas não gostava que este volume fosse entendido como um cemitério de memórias e espectáculos passados.
Rui Pina Coelho
| ISBN | 9789899007086 |
|---|---|
| Ano | 2020 |
| Número de páginas | 542 |
| Capa | Brochado |
| Editora | Companhia das Ilhas |
| Coleção | azulcobalto teatro |
| Categorias |
Livros > Artes > Teatro
Rui Pina Coelho
Crítico de teatro, dramaturgista, autor e tradutor. É docente na Escola Superior de Teatro e Cinema e colabora, como investigador, com o Centro de Estudos de Teatro da Faculdade de Letras de Lisboa e com o CIAC – Centro de Investigação em Artes e Comunicação. É membro do Conselho Redatorial da revista Sinais de Cena e da Direção da Associação Portuguesa de Críticos de Teatro. Publicou Casa da Comédia – Um palco para uma ideia de teatro (Imprensa Nacional/ Casa da Moeda, 2009). É autor de Nina (Trimagisto/Palco Oriental, 2004), Júlia Borboleta e o Pau-brasil (SOIR, 2006), Às vezes quase me acontecem coisas boas quando me ponho a falar sozinho (Trimagisto, 2009-10), O velho sedentário e o jovem aventureiro (Teatro o Bando, 2010), Beggining (Teatro o bando/Emergency Exits Arts/Oulu City Theatre, 2011), Já passaram quantos anos, perguntou ele (TEP, 2011) e Um espectáculo para os meus compatriotas (Negócio ZDB, 2012). Traduziu (com Ana Raquel Fernandes) A morte de um caixeiro viajante e Do alto da ponte, de Arthur Miller, e Vitória, de Athol Fugard. |


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