Uma mulher presa entre o desejo de liberdade e o peso das suas escolhas.
Uma família destroçada. E um passado que ameaça o seu futuro.
Malásia, 1945. A família de Cecily Alcantara corre perigo: o filho de quinze anos, Abel, desapareceu, e a filha mais nova, Jasmin, está confinada numa cave para evitar o terrível destino de serviços forçados nos «campos de prazer». A filha mais velha, Jujube, trabalha numa casa de chá frequentada por soldados japoneses bêbedos, e todos os dias se sente mais zangada e frustrada.
Cecily sabe duas coisas: que tudo isto é culpa dela e que a sua família nunca poderá saber a verdade.
Passaram dez anos desde que Cecily cortou com a vida entediante que levava como esposa de um burocrata na Malásia colonizada pelos britânicos. Um encontro aparentemente casual com o carismático general Fujiwara arrastou-a para uma excitante vida de espionagem em que, pela primeira vez, se sente protagonista de um grande sonho: devolver «a Ásia aos asiáticos». Em vez disso, sem se aperceber, contribuiu indiretamente para agravar a brutalidade da ocupação japonesa. Agora, a sua família está à beira do colapso e ela fará tudo para os salvar.
Uma saga surpreendente, contada da perspetiva de quarto personagens inesquecíveis, sobre os horrores da guerra, as relações entre colonizados e opressores e a ambiguidade moral que surge quando a sobrevivência está em jogo.
| ISBN | 9789722377041 |
|---|---|
| Ano | 2025 |
| Número de páginas | 304 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Presença |
| Categorias |
Livros > Literatura > Prosa Narrativa
Vanessa Chan
Nasceu e cresceu na Malásia, mas reside em Nova Iorque. O seu romance de estreia, “A Tempestade Que Criámos”, conquistou os leitores, tornando-se um fenómeno literário internacional, tendo sido traduzido para mais de vinte idiomas. Escolhido pelo Good Morning America Book Club, pelo BBC Radio 2 Book Club e nomeado Editors’ Choice pelo New York Times, foi ainda considerado um dos melhores livros do ano por plataformas como a Amazon, Elle e Goodreads. A sua escrita é marcada por uma profunda ligação às suas raízes culturais e pela habilidade única de explorar temas como a identidade, a guerra e os laços familiares. Com uma sensibilidade rara, a autora conduz os leitores até mundos emocionalmente complexos, mostrando-nos como o amor e a sobrevivência podem florescer mesmo nos tempos mais sombrios. |


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