Olhamos, mas nem todos vemos.
Falamos, mas poucos explicamos, transmitimos ou elucidamos.
São capacidades indispensáveis para a descoberta e o laborioso exercício da escrita. Fiat lux.
Quando a escritora se entrega sem inibições, tanto melhor. Recolhemos daí as vantagens adjacentes, por resultar num romance erótico quanto baste, transparente quanto baste, sentimental quanto baste e imprudente quanto baste.
Expõe sem rede a estranheza, a simplicidade ou complexidade da vida. Mas vida, oscilando nas situações com diferentes graus de intensidade.
Politicamente incorreta, não praticando o culto da comparação ou mimetismo, tão presente nos nossos dias.
Sem lamentações, sem os filtros adequados e com a crueza e irreverência da lucidez, não tratando poeticamente os personagens deste romance por ser uma adepta intransigente de “o seu a seu dono”.
[ALFREDO LUZ]| ISBN | 9789895666041 |
|---|---|
| Ano | 2026 |
| Número de páginas | 136 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Colibri |
| Categorias |
Livros > Literatura > Prosa Narrativa
Virgínia de Sá
Aos doze anos ganha o segundo prémio do “Diário Popular” em “O Natal visto pelas crianças”. Durante a década de 80/90, publica regularmente poesia nos jornais “Ecos de Belém”, “Jornal da Amadora” e “Jornal Amadora Sintra” e em diversas antologias de poesia, e revistas literárias, como “Poetas e Trovadores” e “Sol XXI”. |


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