Este ensaio resultou do conhecimento e estudo apurado dum documento setecentista sobre todos os produtos de que se abastecia a Mesa do Real Mosteiro de Arouca.
Nos capítulos introdutórios, Afonso Veiga faz a contextualização do tema, o que nos permite conhecer melhor a Regra de S. Bento.
Quando entra na questão central do livro, mostra com pormenor os espaços, os géneros alimentícios, as figuras que habitavam o convento, desde a Abadessa aos vários grupos de monjas e leigas com suas obrigações, ofícios e remunerações. Todos os serviçais e serviços que, a montante e a jusante, sustentavam e abasteciam a Mesa conventual. São também abordadas as ligações que o mosteiro mantinha com as populações e os poderes civis e eclesiásticos.
Trata-se duma visita guiada às memórias e tradições duma instituição – o Mosteiro de Arouca – que foi fundado no século X e que teve o seu final em 1834, quando foi extinto. a morte da última monja ocorreu em 1886.
É possível conhecer um pouco melhor a história de toda aquela região (e mesmo do país) a partir do estudo da Mesa, e do que nela era consumido ao longo dos séculos da sua história.
| ISBN | 9789895492008 |
|---|---|
| Ano | 2024 |
| Número de páginas | 64 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Letras & Coisas |
| Categorias |
Livros > Ciências Sociais e Humanas > História
Afonso Costa Santos Veiga
Nasceu em 1953 na vila de Satão, no distrito de Viseu, e vive atualmente em Arouca. É licenciado em História e Mestre em História Ibero-Americana pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Tem publicado vários estudos sobre a história regional de Arouca, em que o Mosteiro adquire um natural protagonismo. A Mesa Grande do Mosteiro de Arouca: recursos e distribuição (Letras&Coisas, 2020), Filhas da Nobreza Setecentista no Mosteiro de Arouca (Arouca, 2013) e Misericórdia de Arouca – quatro séculos de História (Ministério da Cultura/CM. Arouca, 2010) são algumas das suas obras mais recentes. |


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