O Estado é frequentemente o maior credor de empresas em crise, mas os seus créditos, por não seremrenegociáveis, tornam-se obstáculo à sua recuperação. Assim, se os credores optam por revitalizar a empresadevedora ao invés de a liquidar, caberá aos credores particulares o maior sacrifício no alívio do passivo paraviabilizar tal solução. Esta diferenciação, resultante da forte tutela legal dos créditos públicos e de uma visãoortodoxa da atividade fiscal do Estado compromete o objetivo legal da recuperação de empresas e ameaçabens constitucionalmente protegidos, enfraquecendo os credores particulares e reduzindo o princípio daigualdade dos credores a mera semântica. Impõe-se refletir sobre o equilíbrio e validade da soluçãoconsagrada.
| ISBN | 9789894028208 |
|---|---|
| Ano | 2025 |
| Número de páginas | 148 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Almedina |
| Coleção | Monografias Jurídicas |
| Categorias |
Livros > Direito > Direito Comercial
Lucas Oliveira
Licenciado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade do Porto. Mestre em Direito dos Contratos e da Empresa. Atualmente em exercício profissional como Advogado-Estagiário. |


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