Macau, 1937. Com o rápido avanço do exército japonês em território chinês, a guerra chega silenciosamente à cidade. Muitos refugiados vêm de Xangai. Entre eles está Jin Shixin, que abre a mais famosa casa de chá de Macau e que passa a ser conhecida como A Grande Dama do Chá. Mas a sua verdadeira missão é outra. Ela faz parte da tríade Bando Verde, de Du Yuesheng, outrora o mais poderoso homem de Xangai. Em Macau também encontra refúgio Cândido Vilaça, saxofonista da Benny Spade Orchestra. Entre espiões japoneses, riquezas escondidas, o ópio, o jogo e os sonhos de alguns portugueses, os caminhos de Cândido e Jin cruzam-se. Dividido entre a música e a sobrevivência, o amor e a guerra, a liberdade e o compromisso, Cândido confronta-se com escolhas quase impossíveis. Tal como Macau.
| ISBN | 9789898980076 |
|---|---|
| Ano | 2020 |
| Número de páginas | 182 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Abysmo |
| Categorias |
Livros > Literatura
Fernando Sobral
Fernando Sobral (1960-2022) foi um dos cronistas e críticos culturais mais presentes na imprensa portuguesa (Semanário, O Independente, Diário Económico, Se7e, Jornal de Negócios e Público). Publicou vários romances, como L. Ville, Ela Cantava Fados (ambos na Quetzal), O Segredo do Hidroavião, A Grande Dama do Chá, O Navio do Ópio, além de livros de crónica e ensaio. Morreu em maio de 2022. A revisão deste livro decorreu pouco tempo antes. |


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