«Este livro representa um raro desafio. Começa na pré-históriadocontinenteafricano,quese confunde com a própria pré-história do homem, e terminaem1500,épocaemquemuitosoutros livros de história começam.Somente uma frase, a última, depois de mais de mil páginas permite antever oiníciodaeramoderna,maispróximaemais conhecida:“Não seestranhará,porisso,queos congos,etalvezoutrospovosantesdeles, confundissem com baleias as formas bojudas que se aproximavamdesuascostase traziam os portugueses”.Antesdesta,leia-sesobrepovose etnias, técnicas agrícolas e de navegação, expressões religiosase artísticas,reinosextintos,cidades desaparecidas,costumesecrenças,línguase dialetos, tratando sempre da África negra. Apoiado em vastíssimo material arqueológico, antropológico ehistórico,A Enxada e a Lançaé um dos clássicos contemporâneosmaisimportantesdosestudos africanos.»
In contracapa.
| ISBN | 9789722729253 |
|---|---|
| Ano | 2022 |
| Número de páginas | 1520 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Imprensa Nacional Casa da Moeda |
| Categorias |
Livros > Ciências Sociais e Humanas > História
Alberto da Costa e Silva
Nasceu em São Paulo em 1931. É poeta, historiador e membro da Academia Brasileira de Letras. Um dos mais importantes intelectuais brasileiros e especialista na cultura e na história de África. Publicou diversos livros sobre o assunto, como A enxada e a lança (1992), A manilha e o libambo (2002), Um rio chamado Atlântico (2003) e Francisco Félix de Souza, mercador de escravos (2004). Escreveu Castro Alves, um poeta sempre jovem (2006), para a coleção Perfis Brasileiros, da Companhia das Letras. Também é autor de livros infantojuvenis, como Um passeio pela África (2006) e A África explicada aos meus filhos (2008). Em 2009, publicou O quadrado amarelo, que reúne textos sobre arte e literatura, cruzando referências populares e eruditas, recorrendo à memória e às suas experiências de viagem. Além dos Poemas reunidos (2000), publicou dois volumes de memórias, Espelho do Príncipe (1994) e Invenção do desenho (2007). Entre os prémios e distinções que recebeu estão os títulos de doutor honoris causa pela Universidade Obafemi Awolowo (ex-Universidade de Ifé, Nigéria, 1986) e pela Universidade Federal Fluminense (2009) e o prémio Juca Pato de Intelectual do Ano (2003) da União Brasileira de Escritores. Ao lado de Lilia Moritz Schwarcz, desde 2008 dirige a coleção das obras completas de Jorge Amado para a Companhia das Letras. Foi distinguido com o Prémio Camões de 2014. |


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