Lidia Maksymowicz tinha três anos quando, em dezembro de 1943, entrou com a mãe no campo de concentração de Auschwitz-Birkenau, onde foi marcada com o n.º 70072. Durante treze meses, sobreviveu àquele inferno como uma das pequenas cobaias de Josef Mengele, conhecido como «o Anjo da Morte». Em janeiro de 1945, após a libertação, sai de Auschwitz na companhia de uma mulher polaca, que decidiu adotar um dos «órfãos» deixados num local repleto de cadáveres. É na casa desta mulher que Lidia vive e cresce. No entanto, a pequena sobrevivente não esquece o seu nome nem a mãe biológica: não deixa de acreditar que a mãe está viva, nem de a procurar. E, de forma quase miraculosa, as duas irão reencontrar-se, dezassete anos depois. Do campo de concentração, Lidia recorda-se do silêncio necessário para sobreviver, sem poder sequer permitir-se uma emoção. Hoje, volvidos quase oitenta anos da sua prisão, dedica-se a preservar a memória do Holocausto, testemunhando «o que foi o Mal e que o Bem pode sempre prevalecer».
| ISBN | 9789720035103 |
|---|---|
| Ano | 2023 |
| Número de páginas | 160 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Porto Editora |
| Categorias |
Livros > Ciências Sociais e Humanas > Biografias
Lidia Skibicka Maksymowicz
Lidia Maksymowicz, nascida na Bielorrússia em 1940 e hoje cidadã polaca, é sobrevivente do Holocausto. Aos três anos, foi um dos alvos das experiências genéticas do doutor Josef Mengele, no campo de concentração de Auschwitz. |


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