A I&D na área farmacêutica para produzirnovos fármacos requer investimentos avultados, pelo que existe o interesse em obter retorno financeiro desses investimentos. Neste sentido, as empresas demedicamentos de referência recorrem ao registo de patentes para proteger os resultados de I&D. O caso de patentes farmacêuticas consiste numa zona de tensãoentre a apropriação de resultados de I&D e a liberdade concorrencial. O exercício do direito de patente não pode consubstanciar um ato anticoncorrencial queafete a concorrência no mercado interno. Contudo, a inovação concorrencial inerente ao direito de patente não pode ser restringida, dado que práticas alicerçadas em patentes não são forçosamente anticoncorrenciais, sendo necessária uma análise casuística baseada em diretrizes uniformizadas.
| ISBN | 9789894013921 |
|---|---|
| Ano | 2023 |
| Número de páginas | 314 |
| Editora | Almedina |
| Categorias |
Ebooks > Direito > Direito Civil
Ália Amadá
Formação académica: • 2007 – Licenciatura em Direito na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa • 2014 a 2021 – Pós-graduações em Direito Intelectual, Direito da Arbitragem, Direito do Medicamento e Direito da Proteção de Dados na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa em parceria com institutos e associações • 2021 – Mestrado em Direito e Ciência Jurídica (Mestrado Científico) em Direito Intelectual na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa Qualificações profissionais: • Agente Oficial da Propriedade Industrial em Portugal • European Trademark and Design Attorney na União Europeia • Árbitra no ARBITRARE – Centro de Arbitragem para a Propriedade Industrial, Nomes de Domínio, Firmas e Denominações |


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