Todos nós – autores, editores, livreiros – sabemos: nada é mais inquietante do que o silêncio dos livros. Neste texto luminoso e urgente, George Steiner convoca-nos a reconhecer a fragilidade da palavra escrita hoje, mais do que nunca, exposta a formas de ameaça renovadas. A sua reflexão apaixonada sobre o acto de ler articula-se com uma crítica incisiva às ilusões, à intolerância e às novas faces da barbárie que atravessam as chamadas sociedades esclarecidas.
Em contraponto, um comovente louvor ao livro de Michel Crépu devolve-nos à experiência íntima da leitura, encontro silencioso que nos confronta com a finitude e, ao mesmo tempo, a transcende.
Entre a inquietação e o consolo, este volume celebra a persistência do livro como espaço de resistência, memória e humanidade.
| ISBN | 9789897854552 |
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| Ano | 2026 |
| Número de páginas | 80 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Gradiva |
| Categorias |
Livros > Literatura
George Steiner
George Steiner é considerado um herdeiro de Sócrates no século XX.Nasceu em Paris, em 1929, partindo com a família para Nova Iorque no início dos anos 40 para escapar ao nazismo. Obteve a sua licenciatura em Letras na Universidade de Chicago em 1948. Em 1950, concluiu o mestrado na Universidade de Harvard, onde recebeu o Bell Prize in American Literature. De 1950 a 1952, foi bolseiro da Fundação Cecil Rhodes na Universidade de Oxford, onde se doutorou. Juntou-se à redação do The Economist, em Londres, sendo depois membro do Institute for Advanced Study, em Princeton. Em 1959, recebeu o prémio O. Henry Short Story. Foi professor de Inglês e Literatura Comparada na Universidade de Genebra de 1974 a 1994 e membro da Churchill College em Cambridge a partir de 1969.Foi também professor de Literatura Comparada na Universidade de Oxford e professor de Poesia em Harvard. Colaborou na The New Yorker, no The Times Literary Supplement e no The Guardian.Faleceu em Cambridge, em 2020.
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