DA CAÇA ÀS BRUXAS A UMA DITADURA FUTURA ONDE OS DIREITOS DAS MULHERES SE PERDEM: UMA FÁBULA SOBRE OPRESSÃO E RESISTÊNCIA
A peça de teatro que dá origem a este livro tem estreia marcada para 25 de Fevereiro, no TBA, em Lisboa. Se cabe às mulheres a escrita que venha restaurar a paz, em alternativa ao sistema bélico masculino que moldou a História da humanidade, O Fim Foi Visto incide sobre a possibilidade de evitar um desfecho trágico.
Neste texto dramático, Teresa Coutinho cruza pesquisa e ficção — da caça às bruxas ao mito de Cassandra — para descrever uma ditadura futura em que as mulheres voltam a ver os seus direitos brutalmente restringidos. Uma homenagem à nossa intuição, tantas vezes menosprezada, esta é também uma fábula sobre o medo, a passividade e a repetição cíclica dos mecanismos de opressão.
| ISBN | 9789896719241 |
|---|---|
| Ano | 2025 |
| Número de páginas | 88 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Tinta da China |
| Categorias |
Livros > Artes > Teatro
Teresa Coutinho
Teresa Coutinho é encenadora, presidente e diretora artística do Teatro Improviso de Intervenção. É pós-graduada em Educação Artística, especialização em Teatro e Educação, pela Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Universidade do Algarve. Foi coordenadora do Teatro Improviso da ES Tomás Cabreira, onde exerce o cargo de professora de Filosofia e onde organizou e planificou o currículo de abertura do Curso Profissional de Artes do Espetáculo-Interpretação. Ao nível do ensino básico, desenvolveu o projeto “Filosofia para Crianças através das Expressões Artísticas”. Coordenou o Curso Livre de Teatro no Conservatório Maria Campina em Faro. Atualmente é formadora certificada de professoras/es em “Desenvolvimento Curricular em Artes”, na área do Teatro, no Pro- grama de Educação Estética e Artística do âmbito do Ministério de Educação, coordenando várias oficinas de formação para professoras/es do ensino básico na área do Sota-vento Algarvio e do Baixo-Alentejo. Desde 2020 que integra a Comissão Consultiva do Plano Cultural de Escola do AE José Belchior Viegas, inserido no Plano Nacional das Artes. |


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