Um dos romances mais divertidos e maravilhosos do grande mestre galego. A prova de que a literatura nos transforma em personagens dos romances que lemos.
Em Fragmentos de Apocalipse, Gonzalo Torrente Ballester oferece-nos uma visão amorosa, crítica, mordaz e divertida da vida e dos habitantes de Villasanta de la Estrella, cidade que pode ser vista como uma transcrição romanesca de Santiago de Compostela. O escritor transforma-se em protagonista, herói, vítima, leitor, espectador e ator principal – tudo à medida das suas conveniências – e mostra-nos as possíveis formas de composição do próprio romance.
Pelo meio, assistimos a uma história de província onde alternam o real e o mágico, o humor e o sonho, a ironia e o amor, a melancolia galega e um erotismo paradoxal, tudo para nosso deleite intelectual, diversão e entretenimento. Acompanhamos a vida de um bando anarquista que joga às cartas com o bispo, as deambulações de um arquiteto que viaja no tempo, um arcebispo capaz de voar, dragões, fantasmas de Cavaleiros Templários, viagens astrais, um labirinto, a aparição do Dr. Moriarty, bonecas sexuais, a vida diária de um grupo de historiadores e amantes da cidade – mas também uma invasão viking, uma professora russa que sabe demais ou a ressurreição de uma princesa adormecida. Como num apocalipse imprevisível.
«O herdeiro contemporâneo de Cervantes.»
Manuel Rivas, El País
| ISBN | 9789897228834 |
|---|---|
| Ano | 2026 |
| Número de páginas | 392 |
| Capa | Brochada |
| Editora | Quetzal |
| Categorias |
Livros > Literatura > Prosa Narrativa
Gonzalo Torrente Ballester
Gonzalo Torrente Ballester (El Ferrol, 1910-1999 Salamanca) é um autor fundamental da literatura espanhola contemporânea. Estudou História na Universidade de Santiago, onde foi professor de Literatura a partir de 1940; dedicou quase toda a sua vida ao ensino e à literatura, quer em Espanha quer nos EUA. Dramaturgo, ensaísta, crítico e romancista, Ballester recebeu, entre muitos outros, os prémios Nacional de Literatura em 1981, o Príncipe das Astúrias em 1982 e o Miguel de Cervantes em 1985. |


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