Lisboa produziu e consumiu quantidades prodigiosas de azulejos, sobretudo nos séculos XVII, XVIII e XIX e apesar de parte desse património ter desaparecido muito ainda pode ser visto na zona oriental. Veremos duas vertentes da arte o azulejo: a dos interiores que cria ambientes requintadíssimos dentro dos edifícios, e a azulejaria concebida para o exterior como forma de arte urbana. Lisboa foi desde o século XVI, o grande centro produtor e exportador de azulejo, inventando uma forma muito especial de viver com ele, multiplicando as suas hipóteses decorativas e significativas que vão evoluindo ao mesmo tempo que as mentalidades e as preocupações da sociedade.
O “Guia do Azulejo” resulta de uma longa investigação feita no Caminho do oriente, passeio que se propõe ao leitor desde o Largo do Museu Militar ao Convento de Marvila.
| ISBN | 9789722410427 |
|---|---|
| Ano | 1998 |
| Número de páginas | 144 |
| Capa | Brochado |
| Editora | Livros Horizonte |
| Coleção | Cidade de Lisboa |
| Categorias |
Livros > Artes > Arte
Luísa Arruda
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