Ao longo de um século, o Teatro Variedades acolheu gerações de artistas, de técnicos, de públicos e de pessoas que sonham. Aqui, apresentaram-se revistas, comédias, farsas, operetas, zarzuelas, momentos que ficaram gravados na memória cultural da cidade, e também do País.
O Teatro Variedades foi, desde o início, um palco sem preconceitos, popular por natureza, vivo de encontros, cruzamentos e cumplicidades, onde cabiam e cabem todas as formas de criação e departilha. O edifício mudou, o País e o mundo também mudaram.O Teatro Variedades viu passar modas, regimes, linguagens e gerações. Quem habitava este teatro, equipas, artistas, público, foi-se adaptando.
Hoje, ao celebrarmos 100 anos de história, percebemos que o património do Teatro Variedades não está apenas nas suas paredes marcadas pelo tempo. O que realmente sustenta este lugar são as pessoas. Quem o sonhou, quem o habitou, quem o salvou, quem o reinventou – e quem o aplaudiu. “
| ISBN | 9789722733762 |
|---|---|
| Ano | 2026 |
| Número de páginas | 264 |
| Capa | Cartonada |
| Editora | Imprensa Nacional Casa da Moeda |
| Categorias |
Livros > Artes > Teatro
Paula Gomes Magalhães
Doutorada e mestre em Estudos de Teatro pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, Paula Gomes Magalhães é investigadora do Centro de Estudos de Teatro da mesma Universidade. É licenciada em Ciências da Comunicação pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Deu aulas na Escola Superior de Tecnologia e Artes de Lisboa, Escola Superior de Educação de Lisboa e Escola Profissional de Setúbal. Jornalista de formação, trabalhou durante mais de 20 anos em rádio (Radar, Voz de Almada e Sul e Sueste). É membro da ArteViva – Companhia de Teatro do Barreiro, onde, há cerca de 30 anos, desenvolve atividade como atriz, formadora e encenadora. Publicou 30 Anos de ArteViva – Memórias… e outras estórias da Companhia de Teatro do Barreiro (ArteViva, 2010); Belle Époque – A Lisboa de Finais do Século XIX e Início do Século XX (Esfera dos Livros, 2014); Teatro da Trindade 150 Anos – O Palco da Diversidade (Guerra e Paz, 2017); e Sousa Bastos (INCM, 2018). |


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